terça-feira, 22 de abril de 2008

A liberdade é o valor supremo da democracia.

O P.D.A. incomoda porque exprime o seu grande amor pela Liberdade.
A nossa voz tem raízes profundas no amor à Justiça.
Um país como o nosso, uma Região como os Açores não deve falar a duas vozes, o pluralismo ideológico não se exprime apenas a duas vozes, porque a verdadeira liberdade não é bipolar, mas apaixonadamente plural, multifacetada como o nosso modo de ser.
Queremos partir para o futuro, porque a aventura como a liberdade não é um ponto de chegada, mas um ponto de partida, a aventura é partir!
Temos um projecto, temos gente competente a trabalhar connosco, temos uma liderança em quem as pessoas podem confiar.
O PDA é um instrumento politico que pode dar de uma forma eficaz e num “Projecto Credível”, voz e forma ao sonho de tanto açoriano. O PDA é uma parte considerável para não dizer um todo da Alma de um Povo.
Os açorianos precisam de uma “voz incómoda” de uma voz livre que os represente na Assembleia Legislativa Regional, no fórum máximo da autonomia que o lindo sonho de uma manhã florida de Abril converteu em realidade vivida mas não inteiramente cumprida.
O P.D.A. cumpre como “Alma dos Açores” que é.
O P.D.A. Tem a memória viva pela clara luz de uma florida manhã de Abril em que, os cravos em botão, frescos como a brisa matinal, apareceram vermelhos, túrgidos e frescos no regaço da esperança da alma lusitana, tornando realidade o sonho dos açorianos no respeitante à sua Autonomia.
Abril cantou nos corações naquela bela e inolvidável madrugada.
O sonho de Abril continua a cantar na voz do milhafre que saltou do seu ninho para o esplendor da luz nessa aurora em que, finalmente, pudemos gritar a plenos pulmões.
Somos livres de voar!

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